terça-feira, 12 de maio de 2009

Sinto falta, antes de qualquer outra coisa, da sua amizade.
E certamente isso me faz chorar.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você. Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e chamaria de volta, pra abraçar e beijar uma vez mais. Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.

Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer 'Eu te amo', ao invés de assumir que você já sabe disso."

domingo, 11 de janeiro de 2009

Estava lendo, e pensando muito.
Engraçado, eu sempre tenho alguma esperança de falar com as pessoas, sabe? Como se, em algum momento, eu pudesse perguntar algo de interessante àquelas pessoas com as quais eu nunca falo.


Mas a quem isso interessa?

Deixa pra lá...

sábado, 25 de outubro de 2008

Eu não gosto do doce – prefiro o ácido.

Tanto na vida real quanto na gustativa. As pessoas que querem tudo doce, tudo lindo e perfeito, normalmente ficam cheia de cáries. Que são chatas de cuidar, isso todo mundo sabe. E por mais confusos que meus objetivos sejam, ficar banguela não é um deles.

Eu quero "cocalização" na minha vida. Mais cocaína na coca-cola, menos lítio no café da manhã. Goiabada com queijo. Brigadeiro com granulado. Sexo com tesão e sem pressa. Ócio criativo. Madrugada febril e abraço para o frio, "tão bom como ficar com frio e teu amor trazer nas mãos cobertor". Boca para o copo cheio e líquido preenchendo o vazio. Carinho. Vontade. Encanto, amor e aventura.

Vento para os dias quentes. Água de chuva molhando o chão. Felicidade instantânea que surge como num passe de mágica, um encanto.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Lá fora o dia está lindo, quente.

Aqui dentro que está tudo frio, vazio.

=/

terça-feira, 24 de junho de 2008

Eu cresci ouvindo que eu deveria ser independente, deveria me formar, ter meu emprego... enfim me realizar, e não ser apenas dona-de-casa!
Quando criança, eu imaginava que, aos 25 anos, eu seria uma bem-sucedida atriz-cantora-modelo-escritora-executiva-astronauta-nas-horas-vagas, casada e mãe de três filhos, morando em uma casa com dois cachorros e três gatos.
Eis que aqui estou eu... à beira do 1/4 de século, a quatro dias do meu aniversário de 25 anos, frustrada! Muito frustrada!
Na verdade estou em uma nova crise (ooooohhhh!), a crise pré-25 anos. Cheguei finalmente na vida adulta, com poucas chances de voltar atrás... como uma vida que nunca quis! Frustrada... e sem muitas perspectivas de mudanças...
Os sonhos foram se tornando bolhas de sabão. Não fiz metade das coisas que eu imaginei quando menina. Não sei se um dia farei. Estou tentando reconstruir meus sonhos. No entanto, perto do meu dia, eu tomo a liberdade de sonhar um pouco...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Alice sentia-se tão desesperada que estava pronta para pedir ajuda a qualquer um: então, quando o Coelho chegou perto dela, a menina começou com uma voz baixa, tímida: “Por favor, Senhor...” O Coelho parou violentamente, derrubando as luvas brancas e o leque, e disparou em direção à escuridão tão rápido quanto pôde. Alice apanhou o leque e as luvas, e, como a sala estava muito quente, começou a abanar-se enquanto falava:
“Puxa! Puxa! Como tudo está tão estranho hoje! E ontem as coisas estavam tão normais! O que será que mudou à noite? Deixe-me ver: eu era a mesma quando acordei de manhã? Tenho a impressão de ter me sentido um pouco diferente. Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu?” Ah! esta é a grande confusão!” E Alice começou a pensar em todas as crianças que ela conhecia e que tinham a mesma idade dela, para ver se tinha se transformado em alguma delas.

(Alice in Wonderland)